A pirâmide da automação industrial e sua função

Hoje a área de tecnologia e organização empresarial possui uma sintonia até então inédita. Com os avanços tecnológicos e dos estudos e práticas voltados para a melhora do rendimento de cada colaborador em uma empresa, a similaridade dos objetivos tomou conta dessa forma de administração e, em consequência, deu aos gerenciadores de organizações uma ferramenta poderosa para administrar toda a produção exigida e necessária.

Aos poucos, com aperfeiçoamentos contínuos, organizadores tornaram em prática uma série de processos que agilizam e economizam tempo e dinheiro em cada etapa de uma linha de montagem, seja qual for a destinação de sua matéria-prima. Por isso, hoje, em pleno século XXI, possuímos uma série de mecanismos que facilitam o dia a dia de uma empresa e tornam o ofício de cada colaborador otimizado com excelência e foco em bons resultados.

Dentre tantas ferramentas criadas com o propósito de agilizar os processos de produção, é possível destacar, pela eficiência exímia de sua criação e desenvolvimento, uma espécie de diagrama, criado para transformar a automação industrial em práticas simples e bem elaboradas de tarefas. Assim, você conhecerá agora um pouco sobre a pirâmide da automação industrial.

Veja como os cinco níveis da pirâmide da automação industrial devem ser aplicados

Com a renomada pirâmide da automação industrial, conhecemos os diferentes níveis de tal área, exigente pela precisão de cada aspecto da produção. Para melhor explicá-la, vejamos um pouco sobre seus cinco níveis:

1. Aquisição de dados e controle manual: são os controles nivelados ao chão de fábrica, que fazem parte do primeiro nível de produção e possuem toda a parte mecânica do processo, transformando toda a produção pelo primeiro passo, assim como aderindo aos componentes da planta.

2. Controle individual: neste nível estão os equipamentos que centralizam todo o controle dos processos, automatizando os procedimentos e tornando a planta uma série de atividades consequentes.

3. Controle de célula, supervisão e otimização do processo: agora o controle é feito através de um banco de dados, com o qual é possível gerenciar todos os processos abaixo dele e, assim, tornar a automatização adaptada às exigências dos gerenciadores da fábrica, supervisionando cada etapa dos processos observados.

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